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Margô Assis

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Conceito:

Parquear Bando é uma intervenção urbana realizada a partir de uma chamada aberta para interessados em praticar um corpo coletivo, experimentando a utilização dos bambus como um dispositivo para a desaceleração, equilíbrio e composição. Uma coreografia nômade, múltipla, um itinerário de atravessamentos, conexões, contemplação, respiração, intervenção e composição com os outros, com os lugares.

Sinopse:

Parquear é uma intervenção urbana realizada desde 2011 pelo Dança Multiplex que propõe a ocupação e interação em parques, áreas arborizadas e demais espaços públicos das cidades. Caminhar, equilibrar bambus, conectar-se, traçar formas geométricas, jogar com as sombras, observar, escutar, transformar-se em bichos são algumas das ações do Parquear.

Parquear Bando expande essa proposta de intervenção em áreas centrais das cidades, a partir da realização de uma chamada aberta aos interessados em praticar esse corpo coletivo.

Experimentar a utilização dos bambus como um dispositivo para a desaceleração, equilíbrio e composição. Uma coreografia nômade, múltipla, e engajada em estabelecer itinerários conectivos, percebendo o próprio corpo, compondo com a cidade, com os outros e com tudo àquilo que nos atravessa.

 Parquear Bando | Concepção: Margô Assis; Thembi Rosa e Convidados

*Convocatória para a inscrição de até 16 participantes

Tempo previsto: Disponibilidade para 2 encontros com 3 horas de duração em cada dia

Cronograma:

- Realização da chamada aberta e Inscrições

- Dia 01 (3 horas): Primeiro encontro / oficina com os participantes no local da cidade previsto para a realização da intervenção | Aquecimento e Práticas com os bambus em uma sala e no espaço público agendado

- Dia 02 (3 horas): Segundo encontro com os participantes no local agendado | Aquecimento; Práticas com os bambus e experimentação com a partitura no percurso previsto para a Performance / Intervenção Urbana

Neste dia a Performance será divulgada ao público o local, com a data, o horário e o itinerário previsto para a performance

Duração da intervenção: 1h aproximadamente

Histórico:

Parquear teve sua estreia no Parque Trianon em SP na Mostra Rumos Dança 2012-2014, contemplado pela carteira infantil do Programa Rumos Dança. Participou do Festival de Dança de Itacaré na Bahia, apresentou-se no Sesc Interlagos, Itaquera e São Carlos em SP. Em BH, participou da Virada Cultural no Sesc Palladium, Horizontes Urbanos; e contemplado pelo Cena Minas, apresentou-se para diversas escolas públicas.

Parquear Bando teve sua estreia no FID BH em 2015, participou do Vespa Ocupação da Funarte, Horizontes Urbanos, Festival Múltipla Dança em SC, Mostra de Dança X,Y,Z em Brasília, Sesc Ipiranga em SP, Sesc Pinheiros, FIDCU (Uruguai), Festival como encender un fósforo (México) e no Motion Bank Lab Brasil 2019.

Em 2018, foram realizadas oficinas com os alunos da disciplina: Som, Imagem e Performance da Escola de Belas Artes da UFMG, e a partir dessa experiência os alunos realizaram visualizações digitais e animações relacionadas ao Parquear Bando. 

Currículo

*Margô Assis

Artista da dança, performer e artista plástica, mora e trabalha em Belo Horizonte. Desenvolve projetos solos e colaborativos com outras áreas artísticas, principalmente as artes plásticas.

Seu trabalho participou de importantes eventos de dança no Brasil e exterior, dentre eles: FID, Festival Panorama de Dança, Dança Brasil, Circulação Caixa Cultural, Circuito 1, 2, 3 Petrobras, Rumos Dança - Itaú Cultural, Festival In- Presentable/Espanha, Brasil Move Berlim/Alemanha.

Premiada pelo Edital Funarte Klauss Vianna 2009/2012 e pelo Programa Rumos Dança Itaú Cultural 2009 e 2013.

M (Direção: André Lage); Parquear Bando (Dança Multiplex); Cada começo é só continuação (Dança Multiplex); Olho: aresta ou fresta; Livro; Possíveis anatomias; Dança Precária; Desenho; Em torno; In situ; eXperimento 1 são alguns dos seus trabalhos realizados desde 2000.

http://margo-assis.webnode.com/ 

http://www.dancamultiplex.com.br 

*Thembi Rosa

Dançarina, coreógrafa, pesquisadora e produtora. Desde 2000 desenvolve projetos em parceria com o duo musical O Grivo e artistas convidados (Propriocepção; Ajuntamento; Confluir; Verdades Inventadas; 1331, Cada começo é só continuação, #arames são alguns dos trabalhos realizados). Em 2011, lançou a pesquisa Parâmetros em Movimento com o matemático Manuel Guerra, que atua no desenvolvimento de softwares e na criação de interfaces digitais para interação ao vivo entre dança, softwares, sons e imagens. Integra o Dança Multiplex, com Margô Assis, Renata Ferreira, Dorothé Depeauw e desde 2011 pesquisam a intervenção urbana Parquear e Parquear Bando. Faz parte da Casamanga, espaço dedicado as artes e saúde em BH, onde propõe oficinas, eventos e ministra aulas de Gyrotonic.

Seus trabalhos foram viabilizados pelo Filme Minas (2011); Rumos Dança (2004; 2012-2014); Prêmio Funarte Klauss Vianna (2002;2008;2011) e apresentados no: FID, Horizontes Urbanos (BH), Enartci, Festival Panorama (RJ); SESCs (SP), Festival de Dança de Recife; Bienal de Dança do Ceará; Múltipla Dança (SC), Inhotim (MG), MAM (BA), MAMAM (PE); Núcleo do Dirceu (PI); FILE (SP, RJ, BH); FIDCU (Uruguai); ? Como encender un fósforo (México). Participou de residências artísticas no México, Portugal, Viena e Bruxelas. Em 2016, realizou o Choreograhic Coding Lab, CCL7 em BH com Scott deLahunta e Mio Loclair (Alemanha) e residências com Alma Quintana (México), Patricia Kuypers e Franck Beaubois (França). Em 2019, realizou em parceria com Scott deLahunta o Motion Bank Lab Brasil com a participação de pesquisadores e artistas nacionais e internacionais.

Doutoranda na linha de pesquisa Poéticas Tecnológicas, bolsista Proex|Capes na EBA/UFMG. Mestre em Dança pelo PPG-dança da UFBA. Graduada em Letras pela UFMG.

https://cargocollective.com/multiplex

https://www.facebook.com/casamanga318

https://zip.academia.edu/ThembiRosa

*dorothé Depeauw. Artista independente sediada em Belo Horizonte (Brasil), trabalha em contextos de dança e performance, as obras de dorothé são em grande parte estruturadas em processos colaborativos. Seus trabalhos como coreógrafa foram apresentados em diferentes países tais como Bélgica, França, Brasil, Colômbia, Escócia.

Entre eles estão: Quanto mais você olhar para a mesma coisa mais o significado vai embora (Premiado Cena Minas em 2016)- INSCRICAO MEMORIA RASURA(2014) –!CO LAPSE KODE (2012) –KALEIDOSCOPE(2009)–LA BOITE A SARDINES(2013) –LA FILLE SIGNEE(2007).

Além desses trabalhos ela colaborou com vários artistas, coreógrafos e companhias, incluindo Marc Vanrunxt, Florence Augendre, David Hernandez, Filip Van Huffel, Bayens Jeroen, Roos van Geffen,Sonia Si Ahmed & Maya Dalinsky, Stefan Prins, Matthias Koole, Constant vzw, An Mertens, Cristiane Oliveira, Henrique Iwao, Dudude Hermann, Cia. Meia Ponta, Thembi Rosa e Dança Multiplex e Adriana Banana.

Foi professora de dança em vários escolas e companhias: Cia do Palácio das Artes (Belo Horizonte), Centro Cultural Ambiente – Cia Meia Ponta (Belo Horizonte), Maison des cultures de Molenbeek (Bruxelas) e Ten Noey (Bruxelas). Dorothé se formou na Royal Academy of Dance of London (1999), a Academia de Esch / Alzette, Luxemburgo (2001) e na Hogeschool voor Dans – HID em Antwerpen, Bélgica (2006). É fundadora da Cia.Mangrove-Tentactile (Bruxelas) cujas atividades são organizadas em torno de colaboração entre performance/dança e outras disciplinas artísticas. Trabalhou no espaço multidisciplinar Georgette Zona Muda em Belo Horizonte e como diretora artística do FID – Fórum Internacional de Dança em Belo Horizonte na edições 2014 e 2015.

http://www.dorothe-depeauw.net/